Primárias argentinas – Alberto Fernández se aproxima d...

Um forte golpe contra Macri Declaração do Nuevo MAS 12 agosto de 2019 Após vergonhosas cinco horas de espera depois do encerramento da votação, as 23 horas, a maior part...

CHINA E ESTADOS UNIDOS

No dia de hoje a banca financeira internacional acordou em polvorosa com a notícia da forte desvalorização do Yuan pela China, em retaliação às medidas de taxação de 10% de cerca ...

Portugal: a crise foi paga pelos trabalhadores

É muito comum nos dias de hoje encontrar referências na mídia para o chamado "modelo português", citado como um exemplo que a Argentina (e alguns partidos de centro esquerda e até de esquerda tradicional no Brasil) poderia seguir para sair de sua profunda crise econômica. Note-se que Portugal conseguiu retomar o caminho do crescimento econômico após uma gravíssima recessão, reduzir o seu défice fiscal, diminuir o desemprego e até inverter algumas das medidas de austeridade anteriormente tomadas. Desta forma, tenta-se demonstrar que haveria uma “luz no fim do túnel” sem a necessidade de tomar medidas anticapitalistas, repudiar a dívida externa e avançar sobre os interesses econômicos dos grupos concentrados.

Assumiu Boris Johnson, um “Donald Trump” britânico

Na quarta-feira 24/7, um novo primeiro-ministro, o direitista Boris Johnson, assumiu o controle no Reino Unido. Ele também é o novo líder do Partido Conservador, ambos os cargos deixados vagos por Theresa May, quando ela renunciou no início de junho.

Porto Rico: caiu Roselló

A ilha da América Central que, contra as marés da história, continua a ser uma colônia dos Estados Unidos, acaba de entrar com toda razão na lista de países que foram comovidas por rebeliões populares. Com a queda do governador, inúmeras questões se abrem e podem se aprofundar com o tempo: a política de ajuste e a catástrofe social da ilha não foram embora com Roselló.

ESTADOS UNIDOS

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, surpreendeu o mundo novamente com seus comentários no Twitter. Desta vez, foi um ataque profundamente racista, xenófobo e imperialista contra quatro deputados do bloco do Partido Democrata: Alexandria Ocasio-Cortez, RashidaTlaib, Ilhan Omar e AyannaPressley. São quatro mulheres que se opõem às suas políticas, que também vêm de vários setores oprimidos: uma descendente de porto-riquenhos, outra de palestinos, outra somali e outra afro-americana. Elas foram eleitas com base em campanhas políticas de conteúdo progressista e, em alguns casos, inclusive, reivindicando o "socialismo democrático".

MANIFESTO PROGRAMÁTICO DA CAMPANHA PRESIDENCIAL DO NOVO MAS

O Novo MAS se apresenta para as eleições para lutar pela independência política dos trabalhadores e trabalhadoras. Declara seu apoio a todas as lutas dos explorados e oprimidos do nosso país e do mundo. Levanta as bandeiras da luta contra o governo de Macri e Pichetto, contra a oposição patronal incorporada centralmente hoje na candidatura de Alberto Fernández e Cristina Fernández, e também dos governadores de todas as cores, das diferentes variantes da centro-esquerda e da burocracia sindical.

APÓS ANOS DE CAPITULAÇÕES Grécia: Derrota de Tsipras e retor...

O do Syriza é um final anunciado e previsível. A catástrofe de sua capitulação é proporcional às expectativas que gerou: milhões em todos os países viram a " esquerda" como uma saída ao ajuste. Sua rendição incondicional abriu as portas para a direita na Europa e no mundo. Depositar expectativas no neorreformismo é mais do que um erro. Nós reproduzimos um artigo de quatro anos atrás em que percebemos isso.

Chile: Histórica greve docente inicia sua quinta semana

Nas últimas cinco semanas, professores do Chile iniciaram uma greve contra a reforma do programa de estudos proposto pela ministra da Educação Marcela Cubillos (que torna eletivas disciplinas de história, arte e educação física), para a melhoria das condições de edificações e sanitárias e da Dívida Histórica que o Estado chileno tem com os professores.

PACTO NEOLIBERAL

No dia 28 se comemorou o anúncio do acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul pelos governos Macri e Bolsonaro. O acordo foi anunciado pelos porta-vozes dos presidentes como uma “vitória” e uma mudança “histórica” para a região. Como é de se esperar em toda “boa notícia” de ambos governos, o acordo não é nada bom e pode prejudicar a base industrial e os trabalhadores dos países do Mercosul.

Nas eleições e nas ruas, apoiar-se na nova din...

Este é um texto de diálogo e convite público aos camaradas do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR) para aprofundar o debate sobre a frente política dos revolucionário...

Retratação pública às companheiras e aos compa...

  Nesta semana, tomamos conhecimento de uma denúncia encaminhada por militantes do Rebeldia envolvendo uma atitude de companheiros próximos à nossa militância. Antes de ...

Banco Master: o Estado brasileiro cada vez mai...

Por José Roberto Silva Durante o Breque Nacional dos App´s (1/9) pela emissão de uma MP por parte do governo Lula e contra os ataques constantes das empresas, reafirmando a pola...

Polarização, imperialismo e anticapitalismo em...

A Malagueta Newsletter #38 Está no ar A Malagueta Newsletter #38, o boletim da Corrente Socialismo ou Barbárie e da Juventude Já Basta!   Conferência Internacional da...

Amadorismo, independência de classe e disputa ...

Disputar a eleição burguesa propondo uma ruptura com esse sistema podre exige muito mais do que apontar a construção da revolução socialista. Esse desafio requer uma avaliação sens...