Na Argentina: “Macri chau!”

A chuva aumenta, mas nada parece incomodá-la. Uma verdadeira multidão conformou uma mobilização de centenas de milhares contra o ajuste à educação.

Até quando aguentar Macri?

A conjuntura do país está em uma encruzilhada; Uma profunda crise política e social (que pode levar a uma crise institucional) parece estar se abrindo. Como assinalamos oportunamente, a suspensão do aborto legal não definiu a dinâmica do país. A situação política não está estabilizada; Enquanto o governo não conseguir impedir a crescente crise econômica ou impor sua agenda reacionária, o caminho para as eleições não será resolvido.

Um mundo em crise

Apresentamos abaixo o relatório oral publicado sobre a situação mundial apresentado oportunamente na conferência internacional da Corrente Internacional Socialismo ou Barbárie de fevereiro deste ano. O texto foi retrabalhado nos meses seguintes e concluído em junho. Dedicamo-lo ao nosso jovem companheiro Alejandro Vinet, que morreu em Paris, lutando para colocar em pé a nossa corrente.

Turquia: uma crise com impacto internacional

Nas últimas semanas, os meios de comunicação vêm apontando o forte impacto internacional que a crise turca está tendo, especialmente na - já muito golpeada - economia argentina. A isto devemos acrescentar os seus efeitos nocivos na economia de países como a Índia, e na própria União Europeia e na sua zona euro. Nesta nota, queremos abordar alguns dos aspectos dessa crise.

EUA: Cresce a simpatia pelo socialismo entre os que se opõe ...

Os Estados Unidos é um país fortemente polarizado. Por um lado, governa Donald Trump, um personagem reacionário, de direita, sexista e racista. Um presidente que avançou nos ataques contra os imigrantes, contra as mulheres, contra a população trabalhadora em geral. Seu governo tem uma importante base social de apoio entre setores da população que têm uma visão igualmente conservadora do mundo, especialmente no interior atrasado do país, longe das grandes metrópoles como Nova York ou dos estados predominantemente progressistas como a Califórnia.

Repudiamos violência contra venezuelanos

Presenciamos um episódio de barbárie capitalista em Roraima (RR) quando brasileiros atacaram cerca de 1,2 mil venezuelanos que se refugiavam no Estado fugindo da crise que se instaura na Venezuela. Esse ataque é um reflexo do ódio reacionário que se disseminou no Brasil a partir da crise político-econômica que desembocou no impeachment de Dilma e que hoje encontra guarida político eleitoral na candidatura de Bolsonaro.

Venezuela: repudiamos ataque da direita

No sábado, 4 de agosto, enquanto a Guarda Nacional Bolivariana fazia uma parada, um ataque perpetrado por dois drones ocorreu em Caracas.

Repressão contra o festival das Avós da Praça de Maio

Desde o Nuevo MAS e a Corrente Sindical18 de dezembro repudiamos as ações das forças repressivas do Estado (polícia de Buenos Aires e gendarmaria nacional) que enquantose realizava um ato das Avós da Plaza de Mayo por seus 40 anos de luta reprimiram e detiveram, com infiltrados civis, às pessoas que estavam no festival.

A globalização dos incêndios

Não vamos culpar a Deus nem ao Diabo. Nem nos preocupemos em orar e/ou fazer feitiços para ganhar o favor de ambos os personagens. Os responsáveis são homens. Ou, mais precisamente, os homens que enchem seus bolsos envenenando a atmosfera, como os gratos acionistas das mineradoras de carvão dos Estados Unidos, a quem Trump deu rédea solta. Ou os empresários que estão destruindo os mares e oceanos jogando fora seu lixo industrial, pelo qual apenas 13% do total da água oceânica no mundo permanece em estado virgem. (revista Current Biology, UK, 26/jul/2018).

Massivos protestos no Reino Unido contra Trump

Trump visitou a Inglaterra atravessado por grandes protestos e mobilizações no centro político do país. "Parem Trump", "Não para a tortura, não para Trump", "Não KKK (Ku Klux Klan), não para os fascistas dos Estados Unidos", "Trump não é bem vindo", "Racismo não é bem vindo", "Algumas pessoas são gays, superem isso" e "Nazi Trump, saia" são alguns dos slogans que diferentes organizações e pessoas levaram independentemente a várias cidades inglesas para protestar contra a chegada do presidente ianque. Manchester e especialmente Londres foram o epicentro das mobilizações. De acordo com diferentes fontes, a polícia estimou o número de manifestantes em 100.000, a maioria deles jovens, um dado não menos importante. Uma constante é confirmada, lugar onde Trump vai é lugar onde ele é repudiado em maior ou menor grau.

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