CHINA E ESTADOS UNIDOS

No dia de hoje a banca financeira internacional acordou em polvorosa com a notícia da forte desvalorização do Yuan pela China, em retaliação às medidas de taxação de 10% de cerca ...

Portugal: a crise foi paga pelos trabalhadores

É muito comum nos dias de hoje encontrar referências na mídia para o chamado "modelo português", citado como um exemplo que a Argentina (e alguns partidos de centro esquerda e até de esquerda tradicional no Brasil) poderia seguir para sair de sua profunda crise econômica. Note-se que Portugal conseguiu retomar o caminho do crescimento econômico após uma gravíssima recessão, reduzir o seu défice fiscal, diminuir o desemprego e até inverter algumas das medidas de austeridade anteriormente tomadas. Desta forma, tenta-se demonstrar que haveria uma “luz no fim do túnel” sem a necessidade de tomar medidas anticapitalistas, repudiar a dívida externa e avançar sobre os interesses econômicos dos grupos concentrados.

Assumiu Boris Johnson, um “Donald Trump” britânico

Na quarta-feira 24/7, um novo primeiro-ministro, o direitista Boris Johnson, assumiu o controle no Reino Unido. Ele também é o novo líder do Partido Conservador, ambos os cargos deixados vagos por Theresa May, quando ela renunciou no início de junho.

Porto Rico: caiu Roselló

A ilha da América Central que, contra as marés da história, continua a ser uma colônia dos Estados Unidos, acaba de entrar com toda razão na lista de países que foram comovidas por rebeliões populares. Com a queda do governador, inúmeras questões se abrem e podem se aprofundar com o tempo: a política de ajuste e a catástrofe social da ilha não foram embora com Roselló.

ESTADOS UNIDOS

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, surpreendeu o mundo novamente com seus comentários no Twitter. Desta vez, foi um ataque profundamente racista, xenófobo e imperialista contra quatro deputados do bloco do Partido Democrata: Alexandria Ocasio-Cortez, RashidaTlaib, Ilhan Omar e AyannaPressley. São quatro mulheres que se opõem às suas políticas, que também vêm de vários setores oprimidos: uma descendente de porto-riquenhos, outra de palestinos, outra somali e outra afro-americana. Elas foram eleitas com base em campanhas políticas de conteúdo progressista e, em alguns casos, inclusive, reivindicando o "socialismo democrático".

MANIFESTO PROGRAMÁTICO DA CAMPANHA PRESIDENCIAL DO NOVO MAS

O Novo MAS se apresenta para as eleições para lutar pela independência política dos trabalhadores e trabalhadoras. Declara seu apoio a todas as lutas dos explorados e oprimidos do nosso país e do mundo. Levanta as bandeiras da luta contra o governo de Macri e Pichetto, contra a oposição patronal incorporada centralmente hoje na candidatura de Alberto Fernández e Cristina Fernández, e também dos governadores de todas as cores, das diferentes variantes da centro-esquerda e da burocracia sindical.

APÓS ANOS DE CAPITULAÇÕES Grécia: Derrota de Tsipras e retor...

O do Syriza é um final anunciado e previsível. A catástrofe de sua capitulação é proporcional às expectativas que gerou: milhões em todos os países viram a " esquerda" como uma saída ao ajuste. Sua rendição incondicional abriu as portas para a direita na Europa e no mundo. Depositar expectativas no neorreformismo é mais do que um erro. Nós reproduzimos um artigo de quatro anos atrás em que percebemos isso.

Chile: Histórica greve docente inicia sua quinta semana

Nas últimas cinco semanas, professores do Chile iniciaram uma greve contra a reforma do programa de estudos proposto pela ministra da Educação Marcela Cubillos (que torna eletivas disciplinas de história, arte e educação física), para a melhoria das condições de edificações e sanitárias e da Dívida Histórica que o Estado chileno tem com os professores.

PACTO NEOLIBERAL

No dia 28 se comemorou o anúncio do acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul pelos governos Macri e Bolsonaro. O acordo foi anunciado pelos porta-vozes dos presidentes como uma “vitória” e uma mudança “histórica” para a região. Como é de se esperar em toda “boa notícia” de ambos governos, o acordo não é nada bom e pode prejudicar a base industrial e os trabalhadores dos países do Mercosul.

CONTINUA A REBELIÃO NA CIDADE CHINESA

Hoje, 1º de julho, dezenas de milhares de pessoas marcharam ao Parlamento local durante o 22º aniversário de passagem Hong Kong para a China, e centenas ocuparam o prédio do Conselho Legislativo. Ação que ocorreu dentro do contexto das massivas manifestações contra o projeto de lei de extradição de condenados para a China continental.

Um mundo em chamas que alimenta o retorno da r...

VICTOR ARTAVIA 3 de março de 2026 Entre 21 e 24 de fevereiro, realizou-se a 21ª Conferência Internacional da Correte Internacional Socialismo ou Barbárie (SoB) na...

BRASIL: Os limites “elásticos” do possibilismo...

O início do século XXI foi marcado por imensas rebeliões populares na Argentina, Bolívia, Equador, Venezuela, Chile, que acabaram trazendo à tona uma série de governos de esquerda ...

Marx, Trotsky, os problemas da economia de tra...

POR ROBERTO SÁENZ Em uma comunidade primitiva em que, por exemplo, os meios de vida sejam produzidos coletivamente e repartidos entre os membros da comunidade, o produto comum sat...

FATE como caso-teste: apontamentos

 Escrevemos estas linhas alguns dias depois dos acontecimentos que as motivaram. Na sexta-feira passada, o Senado aprovou a contrarreforma trabalhista, enquanto o conflito da Fate,...

Nem uma a menos!

Nem uma a menos! Tomar as ruas contra a violência de gênero e pelo direito ao aborto legal, seguro e gratuito nos hospitais! A escalada da violência de gênero no Brasil expõe a br...