Renato Assad, 29 anos, é estudante de Geografia na USP, professor e durante dois anos, na pandemia, trabalhou como entregador por aplicativo onde contribuiu para o histórico levante da categoria e, todavia, segue na luta contra a precarização do trabalho.
Assad é parte da juventude que se levantou em junho de 2013 com o horizonte de tomar a política pelas próprias mãos e alavancar a auto organização dos trabalhadores e oprimidos. Reprimidas brutalmente pelo governo do PT, fato que abriu caminho para a ofensiva reacionária, Renato entende a necessidade de superar esse violento sistema capitalista, tanto na forma da conciliação de classes como na expressão neofascista de Bolsonaro.
Foi protagonista, junto à sua organização, pelo processo de ruptura com o PSOL que traiu sua base e os interesses de nossa classe, aliando-se a históricos inimigos de classe como Alckmin e França. Socialista e revolucionário, entende que as eleições não devem ser um fim em si, mas uma ferramenta pedagógica para contribuir na luta por condições que permitam aos explorados e oprimidos arrancar ao futuro a alegria plena para colocar de pé uma sociedade sem exploração e opressão.
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