As batalhas decisivas estão por vir

Apesar de sua ofensiva, as contradições que tem que enfrentar a classe dominante não são pequenas e demonstram a profundidade e extensão da crise política vividas nos últimos anos. Mesmo estando na ofensiva política, a classe dominante não conseguiu até agora forjar uma candidatura que possa  a partir das próximas eleições presidências dar continuidade ao seu projeto. Assim, diante da possível eleição de um candidato que não coadune diretamente com o neoliberalismo puro e duro estão em curso duas manobras.

Todos às ruas contra a reforma da previdência

Diante disso, classificamos a suspenção dessa greve nacional por parte de CUT, Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central e CSB não só como erro tático, mas como uma descarada traição aos trabalhadores.

Resistir aos ataques para virar o jogo

Além da unidade total contra Temer, inclusive em atos unificados em que a esquerda socialista deve se apresentar de forma independente, com programa, discurso e colunas próprias em total diferenciação com a burocracia, é preciso construir frentes de luta com todos que queiram combater o governo. É um erro total, neste sentido, não participar de outras frentes de luta, com uma política independente do governo e da burocracia. Uma tática para disputar setores que estão lutando, semi independentes, o caso da Frente Povo Sem Medo, por exemplo, que são ainda polarizados pelo PT e a CUT.

À frente,VAMOS!

O atual momento mundial é o de acirrados ataques da burguesia sobre os direitos mais elementares dos trabalhadores. A crise que se aprofunda pela continuidade das políticas que a gerou, tem levado a maiores apertos do laço no pescoço da classe. Ainda assim, movimentos de resistência importantes, ainda que pontuais,  tem se levantado ao redor do planeta.

MAIS ingressa no PSOL

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Retomar a luta nas ruas

Após a rejeição na Câmara dos Deputados da denúncia de corrupção passiva contra Temer, apresentada pela Procuradoria Geral da República (PGR), o governo se fortalece para avançar com suas medidas regressivas, mas a classe trabalhadora e a juventude combativa não estão derrotadas, o que coloca para o segundo semestre possibilidades de uma nova retomada da polarização política nas ruas.

Condenação de Lula

Operação Lava-Jato é parte articulada da ofensiva reacionária

Balanço do 30J

Não podemos, diante de uma crise global como a que vivemos, não apresentar para a vanguarda e para o conjunto dos trabalhadores uma saída política que não seja também global, de outra forma não conseguimos fugir do jogo dos interesses políticos da burguesia. Mas, também, não podemos desconsiderar que para colocarmos em questão os interesses políticos mais gerais da burguesia precisamos romper com os chamados “cercos táticos”. Ou seja, nesse momento em que vivemos, efetivar o Fora Temer, impor Eleições Diretas para Presidente e para o Congresso colocariam em questão temporariamente as contrarreformas. Evidentemente que seriam uma vitória para o nosso campo, apenas uma lógica sectária/ultimatista - muitas vezes vistas nas formulações e críticas que MRT e congêneres fazem às correntes que defendem “Eleições Gerais” - não pode compreender isso, ou seja, que uma vitória política imediata não garante as mais mediatas, mas que essas dependem dialeticamente das primeiras. Por outro lado, não podemos desconsiderar que lutar por “Eleições Gerais” apenas não é suficiente no momento de crise orgânica em que vivemos.

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