BOLSONARO ATACA INDÍGENAS E QUILOMBOLAS
A posse do governo Bolsonaro já se mostra de grande perigo para o futuro socioambiental do país, concretizando o discurso de ataque aos povos indígenas e quilombolas durante toda a campanha do novo presidente.
Primeiro decreto de Bolsonaro reduz o salário mínimo
Nas primeiras 24 horas o governo Bolsonaro assume oficialmente a Presidência como inimigo dos trabalhadores. Para além do discurso de posse, carregado das mesmas demagogias e das manipulações grotescas que fizeram parte dos discursos feitos durante a campanha eleitoral, as primeiras medidas começam a dar forma ao caráter ultraliberal desse governo.
Bolsonaro se alinha ao trumpismo
O ano de 2019 começou com muitas novidades no Brasil. A posse do presidente Jair Messias Bolsonaro, no dia 1º de janeiro, traz questionamentos e preocupações diversas. Neste artigo queremos tratar sobre como o novo governo irá se comportar frente às problemáticas e aos dilemas internacionais.
Bolsonaro, não! Inimigo dos trabalhadores e de todos oprimid...
Hoje a posse de Jair Bolsonaro (PSL) marca simbolicamente um novo ciclo da luta de classes depois de um longo período de transição marcada pela ofensiva burguesa que retira direitos, ataca a soberania popular e quer impor uma derrota histórica aos trabalhadores e oprimidos para estabelecer um nível muito superior de exploração dos trabalhadores no país.
Liminar que determinava a soltura de Lula é cassada
Na última quarta-feira, dia 19/12, o Ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio concedeu liminar suspendendo a prisão de condenados em segunda instância antes do trânsito em julgado, ou seja, antes que o réu recorra a todas instâncias do judiciário.
LIBERDADE PARA BATTISTI! NÃO VAMOS ACEITAR NENHUM ATAQUE AOS...
Na quinta-feira (13) Cesare Battisti, militante de esquerda italiano de 63 anos, teve sua prisão preventiva decretada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux. O militante é perseguido por autoridades italianas desde a década de 70, movidas a partir de interesses patronais dirigidos por figuras da extrema-direita, dentre eles o vice-primeiro-ministro Matteo Salvini.
Agora é organizar a luta unificada para derrotar Bolsonaro n...
Com quase a totalidade das urnas apuradas, Jair Bolsonaro (PSL) foi eleito presidente do Brasil com cerca de 56% dos votos, Fernando Haddad ficou em segundo lugar com 44%.
Diante dessa vitória eleitoral de uma candidatura neofascista que terá consequências políticas significativas para o Brasil e para a América Latina, queremos em nome da corrente Socialismo ou Barbárie fazer um balanço inicial diante de um fenômeno de tamanha magnitude.
ELEIÇÕES, AVANÇO DO REACIONARISMO E RESISTÊNCIA
A oscilação positiva de Haddad está ligada a uma “onda democrática” que começa a se instalar no país. Para essa onda suplantar a “onda reacionária” a burocracia lulista teria que jogar peso na mobilização dos trabalhadores contra o neofascismo. É preciso assim nesse cenário de possível virada do jogo que a esquerda socialista além de organizar diretamente exija que o PT e a CUT joguem todo peso na construção de ações multitudinárias e em comitês antifascistas para organizar a luta antes e depois das eleições.
Fascismo se derrota nas ruas
Para derrotar o fascismo nas urnas, é preciso derrota-lo nas ruas
Organizemos Comitês Antifascistas em todo o país
Derrotar Bolsonaro nas ruas e nas urnas
Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) irão disputar o segundo turno da eleição presidencial. No primeiro turno tiveram uma votação de 46,62% e 28,5%, respectivamente. Depois do processo de redemocratização essa, sem dúvida, se caracteriza como uma eleição histórica. Desde o processo de impeachment de Dilma, a polarização tradicional entre PT e PSDB deu lugar à uma polarização inédita após o processo de redemocratização.







