Renato Assad, 29 anos, é estudante de Geografia na USP, professor e durante dois anos, na pandemia, trabalhou como entregador por aplicativo onde contribuiu para o histórico levante da categoria e, todavia, segue na luta contra a precarização do trabalho.
Assad é parte da juventude que se levantou em junho de 2013 com o horizonte de tomar a política pelas próprias mãos e alavancar a auto organização dos trabalhadores e oprimidos. Reprimidas brutalmente pelo governo do PT, fato que abriu caminho para a ofensiva reacionária, Renato entende a necessidade de superar esse violento sistema capitalista, tanto na forma da conciliação de classes como na expressão neofascista de Bolsonaro.
Foi protagonista, junto à sua organização, pelo processo de ruptura com o PSOL que traiu sua base e os interesses de nossa classe, aliando-se a históricos inimigos de classe como Alckmin e França. Socialista e revolucionário, entende que as eleições não devem ser um fim em si, mas uma ferramenta pedagógica para contribuir na luta por condições que permitam aos explorados e oprimidos arrancar ao futuro a alegria plena para colocar de pé uma sociedade sem exploração e opressão.
POR ROBERTO SÁENZ
Em uma comunidade primitiva em que, por exemplo, os meios de vida sejam produzidos coletivamente e repartidos entre os membros da comunidade, o produto comum sat...
Escrevemos estas linhas alguns dias depois dos acontecimentos que as motivaram. Na sexta-feira passada, o Senado aprovou a contrarreforma trabalhista, enquanto o conflito da Fate,...
Nem uma a menos! Tomar as ruas contra a violência de gênero e pelo direito ao aborto legal, seguro e gratuito nos hospitais!
A escalada da violência de gênero no Brasil expõe a br...
A reforma da Lei de Glaciares visa reduzir a área de proteção, legalizando certas práticas mineradoras predatórias. O governo pretende aprová-la e inaugura esse avanço com repressã...
A agressão dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã ameaça banhar a região em sangue para submeter todos os seus povos ao imperialismo ianque e ao colonialismo sionista, assim c...