Catalunha: a armadilha das novas eleições

Queremos iniciar dizendo que estas eleições são uma armadilha perigosa. Porque são a aplicação do art. 1551 e portanto impostas, convocadas e organizadas pelo Regime e Estado franquista espanhol com o objetivo de frear, desviar e judicializar a imensa mobilização, o processo surgido desde abaixo e a vontade e legítimo direito do povo catalão de votar e decidir. Umas eleições que trazem em si a mentira e um prejuízo ao “processo” porque vão no sentido de tirar de cena as urnas e as ruas da auto-organização, ação e democracia direta expressadas em 1-O, no 3-O, no 8-N e carregar tudo para o terreno da mediação das urnas do Estado da democracia burguesa, para dirimir os problemas em seu campo.

Trump reconhece Jerusalém como capital de Israel

Não demorou muito para ocorrer repercussões no Mundo Árabe contra os EUA acerca de seu reconhecimento de Jerusalém como nova capital de Israel. Na noite desta quarta-feira, centenas de palestinos tomaram às ruas da Faixa de Gaza, o grupo Hamas já está convocando mais manifestações na região.  A crise parece estar apenas começando, um jornal pró-Hezbollah al-Akhbar do Líbano declarou “morte à América” em sua primeira edição na manhã desta quinta-feira. A Jordânia, que abriga uma grande população palestina, pode ser o centro dos conflitos nos próximos dias. Com medo da reação do grupo Hezbollah (grupo apoiado pelo Irã), os EUA tornaram público hoje o fechamento de sua embaixada e pediram que diplomatas e suas famílias fiquem em casa.

Honduras: rebelião contra fraude eleitoral

Depois de vários dias após as eleições gerais em Honduras, após confirmação de que o candidato de oposição Eng. Salvador Nasralla superava em votos o atual presidente Juan Orlando Hernandez, primeiro o silêncio e posteriormente a lentidão e manipulação com que o Tribunal Superior Eleitoral tem apresentado os resultados oficiais mantém em inquietude o país. Rumores de todo o tipo, desde a ameaça de uma descarada fraude (denunciada desde o princípio do ano) até a possibilidade de um autogolpe (em meio de uma imensa mobilização militar) turvam um processo eleitoral que marca um ponto de inflexão na conjuntura política que pode aprofundar o caráter ditatorial do atual regime ou dar sustentação a um novo governo com profundas contradições e debilidades, refletindo claramente a crise de legitimidade do estado burguês hondurenho.

Catalunha: traição e resistência

E reafirmar também que para que a luta e a vontade dos catalães triunfem, é necessário que a classe operária entre em cena e se coloque no centro dos acontecimentos com os seus métodos e lutas.

Argentina e Brasil no espelho

Além disso, o projeto é cuidadoso em reduzir o imposto aos verdadeiros ganhos, mas não toca um centavo do aberrante imposto sobre o trabalho: o componente fundamental hoje do imposto sobre “os ganhos” neste mundo de cabeça para baixo que é a Argentina macrista (atenção: este imposto é mantido de pé também pelos K!).

Argentina pós eleições

O resultado eleitoral veio em contraste com uma semana marcada pelo impasse do aparecimento do corpo de Santiago Maldonado, o triunfo oficial impactou negativamente entre os amplos setores "progressistas" que se sentem desmoralizados. Contra todos os tipos de impressionismo, deve-se ressaltar, em qualquer caso, que esse contraste parece operar em favor do governo com o resultado das eleições posto, mas também implica uma séria contradição: com que país permanecemos? Com o resultado do domingo ou com a semana de consternação e crise política que a precedeu?

A dois dias das eleições argentinas

Reproduzimos aqui o editorial de Socialismo o Barbárie, periódico de Nuevo MAS da Argentina, publicado em 28/09, em que José Luis Rojo, apresentando os eixos de ação para a campanha eleitoral das eleições do dia 22/10, faz uma análise do giro reacionário do governo local a partir de uma análise mundial e mais particularmente dos países do Cone Sul (incluso o Brasil) e as necessárias tomadas de posição da esquerda argentina para este período, que entendemos tem bastante a nos dizer.

A 50 anos do assassinato de Chê

A abnegação não é uma palavra menor na vida dos revolucionários e nisto Chê Guevara foi um exemplo. Seu impulso revolucionário o levou a deixar a comodidade dos escritórios do Banco Central de Cuba, do qual era o presidente, para internar-se nas montanhas novamente e lutar até a sua morte.

Guatemala em clima de polarização

Novamente, os guatemaltecos estão nas ruas exigindo a renúncia de um presidente. Dessa vez o governo de Jimmy Morales, intimamente ligado às lideranças militares e empresariais do país, e vem enfrentando mobilizações massivas contra a corrupção. Isso ocorre há apenas dois anos após a pressão popular forçar o então presidente Otto Pérez Molina a demitir-se depois de vir a público sua participação em um esquema milionário de fraude tributária.

Nossa solidariedade ao México

Desde a Corrente Internacional Socialismo ou Barbárie, estendemos a nossa solidariedade junto ao povo mexicano, que vivenciam momentos dramáticos após o terremoto que atingiu a parte da capital do país hoje.

Nas eleições e nas ruas, apoiar-se na nova din...

Este é um texto de diálogo e convite público aos camaradas do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR) para aprofundar o debate sobre a frente política dos revolucionário...

Retratação pública às companheiras e aos compa...

  Nesta semana, tomamos conhecimento de uma denúncia encaminhada por militantes do Rebeldia envolvendo uma atitude de companheiros próximos à nossa militância. Antes de ...

Banco Master: o Estado brasileiro cada vez mai...

Por José Roberto Silva Durante o Breque Nacional dos App´s (1/9) pela emissão de uma MP por parte do governo Lula e contra os ataques constantes das empresas, reafirmando a pola...

Polarização, imperialismo e anticapitalismo em...

A Malagueta Newsletter #38 Está no ar A Malagueta Newsletter #38, o boletim da Corrente Socialismo ou Barbárie e da Juventude Já Basta!   Conferência Internacional da...

Amadorismo, independência de classe e disputa ...

Disputar a eleição burguesa propondo uma ruptura com esse sistema podre exige muito mais do que apontar a construção da revolução socialista. Esse desafio requer uma avaliação sens...