Um genocídio sem fim (V): 550 mortos em “centros de distribuição de alimentos” 

REDAÇÃO DE IZQUIERDA WEB 

 Em 27 de maio, as forças de ocupação sionistas começaram a implementar a nova modalidade de entrega da escassíssima ajuda humanitária que permitem entrar na Faixa de Gaza. 

 Agora, tudo é controlado pela “Fundação Humanitária para Gaza” (GHF), um nome fantasioso para encobrir que se trata de um grupo de mercenários americanos. 

 Dita fundação é a responsável de administrar três pontos de distribuição de ajuda, para os quais têm de se deslocar uma vez por semana os mais de dois milhões de refugiados que vivem na Faixa. 

 De acordo com o Ministério da Saúde de Gaza, durante o mês em que os “centros de distribuição de alimentos” estão operando, pelo menos 550 pessoas foram mortas por tiros do exército sionista (uma média de 18 pessoas por dia), tanto dentro dos pontos da GHF quanto nas proximidades dos caminhões que transportavam os alimentos. Da mesma forma, se contabilizam mais de 4.000 feridos (em média 129 por dia) desde que entrou em vigor este modelo de “ajuda humanitária”. 

 O sionismo usa a fome como arma de guerra. A comida é a “isca” com a qual atraem suas presas para a fila, na qual podem ser baleados a qualquer momento por um soldado sionista ou pelos mercenários americanos que contrataram para administrar os centros. Mais nazista que isso não se pode ser! 

Tradução de José Roberto Silva do original Un genocidio sin fin (V): 550 muertos en los “centros de distribución de alimentos”

 

 

2 COMENTÁRIOS

  1. […] elas 70% são mulheres e crianças, segundo pesquisas feita na Universidade de Edimburgo (leia em Um genocídio sem fim (V): 550 mortos em “centros de distribuição de alimentos”). Mas, o cenário internacional não é apenas de horror sionista e imperialista. Como no Brasil, […]