Bolsonaro tem impopularidade recorde
Depois de 100 dias, é comum que governos passem por uma queda de popularidade, mas Bolsonaro bateu de forma significativa o recorde de queda de popularidade considerando os presidentes eleitos após o processo de redemocratização.
Justiça para Evaldo: chega de genocídio da população negra!
Neste domingo (7) morreu Evaldo dos Santos Rosa em uma ação do Exército em Guadalupe, cidade do Rio de Janeiro. Evaldo estava com sua família indo a uma festa quando teve seu carro alvejado por uma patrulha do exército. Segundo a perícia, foram 80 tiros em um único alvo dados com a “justificativa” de que os ocupantes do veículo teriam sido confundidos com bandidos, “foi um engano.”, segundo comunicado do Exército.
Cresce possibilidade de impor derrota a Bolsonaro
Depois da crise aberta entre Governo e Congresso Nacional, que durou semanas e colocou sob risco a proposta de “reforma” da previdência, ensaia-se uma recomposição entre os poderes para garantir a tramitação da mesma. O governo vem perdendo o debate político em torno dessa questão e não há garantias de que possa formar a base necessária para sua aprovação com maioria qualificada (2/3).
Bolsonaro ordena celebrar aniversário da ditadura militar
O governo do Brasil, através do porta-voz Otávio Rego Barros, declarou que “nosso presidente já determinou que o ministério da defesa que faça as comemorações devidas com relação a 31 de março de 1964” e acrescentou que a jornada contará com um documento patrocinado pelo ministério e com a supervisão de Jair Bolsonaro.
Um Dia Nacional de Lutas vitorioso
O Dia Nacional de Lutas Contra a Reforma da Previdência, 22/03, organizado pelas centrais sindicais reuniu em paralisações, atos, passeatas e diversas formas de protestos milhares de pessoas em todo o país contra a PEC 6/2016 enviada pelo governo ao Congresso Nacional no dia 20 de março.
Bolsonaro: um governo entreguista
Na última terça-feira (19) se encerrou a viagem com duração de três dias de Bolsonaro aos EUA, podendo ser resumida como submissa e nada vantajosa ao povo brasileiro.
Prisão de Temer
Neste momento em que escrevemos essa nota o ex-presidente, Michel Temer, está sendo trasladado para o Rio de Janeiro depois de ter sido preso em São Paulo pela operação Lava Jato. Isso acontece no mesmo dia que entrou em pauta no Congresso Nacional a proposta da “reforma” da Previdência. Além de Temer, foram presas umas 26 pessoas no regime de prisão preventiva e/ou prisão temporária.
22M: Dia Nacional de Luta
A “reforma” da Previdência de Bolsonaro quer acabar com a tradição de solidariedade e cuidado mútuo entre as gerações da classe trabalhadora que teve origem nas primeiras grandes lutas operárias durante o século XIX. Essa contrarreforma se configura como um dos maiores ataques à classe trabalhadora e aos oprimidos da nossa histórica, pois ataca as condições mínimas de existência dos mais pobres, retira direitos e aprofunda as desigualdades entre homens e mulheres O governo de extrema direita de Bolsonaro quer com essa “reforma” dar um passo fundamental para quebrar a coluna vertebral dos de baixo. Para tal quer sufocar qualquer resistência, estabelecer uma derrota estrutural. Porém, entre a vontade da classe dominante e a realização dos seus projetos existe um hiato que é ocupado pela luta de classes. As contradições internas do governo, seu envolvimento com caixa dois nas eleições, sua política de armamento e extermínio, os ataques ao conjunto dos oprimidos, as divisões internas que começam a surgir entre setores da classe dominante e sua relação oprimidos com a milícia estampada com a prisão dos assassinos de Marielle Franco tem fragilizado esse governo e colocado condições melhores para derrotar essa contrarreforma.
Após um ano assassinos de Marielle Franco são presos
Ontem completou um ano do assassinato de Marielle Franco (Vereadora no município do Rio de Janeiro) e Anderson Gomes (motorista que conduzia Marielle e uma assessora que sobreviveu ao atentado). Esse crime político, apesar da prisão e provas da execução por dois milicianos, não foi solucionado porque todas as evidências indicam uma execução política feita sob encomenda que tinha o objetivo de aterrorizar a esquerda e criar um clima favorável para a onda reacionária que acabou elegendo Bolsonaro para presidência.
Carnaval nas ruas e passarelas foi de repúdio a Bolsonaro
Numa festa com profundas raízes populares na cultura brasileira o repúdio ao governo foi massivo desde as ruas por todo o país e pelas passarelas onde passam as escolas de samba.











