Honduras: rebelião contra fraude eleitoral

Depois de vários dias após as eleições gerais em Honduras, após confirmação de que o candidato de oposição Eng. Salvador Nasralla superava em votos o atual presidente Juan Orlando Hernandez, primeiro o silêncio e posteriormente a lentidão e manipulação com que o Tribunal Superior Eleitoral tem apresentado os resultados oficiais mantém em inquietude o país. Rumores de todo o tipo, desde a ameaça de uma descarada fraude (denunciada desde o princípio do ano) até a possibilidade de um autogolpe (em meio de uma imensa mobilização militar) turvam um processo eleitoral que marca um ponto de inflexão na conjuntura política que pode aprofundar o caráter ditatorial do atual regime ou dar sustentação a um novo governo com profundas contradições e debilidades, refletindo claramente a crise de legitimidade do estado burguês hondurenho.

Catalunha: traição e resistência

E reafirmar também que para que a luta e a vontade dos catalães triunfem, é necessário que a classe operária entre em cena e se coloque no centro dos acontecimentos com os seus métodos e lutas.

Argentina e Brasil no espelho

Além disso, o projeto é cuidadoso em reduzir o imposto aos verdadeiros ganhos, mas não toca um centavo do aberrante imposto sobre o trabalho: o componente fundamental hoje do imposto sobre “os ganhos” neste mundo de cabeça para baixo que é a Argentina macrista (atenção: este imposto é mantido de pé também pelos K!).

Argentina pós eleições

O resultado eleitoral veio em contraste com uma semana marcada pelo impasse do aparecimento do corpo de Santiago Maldonado, o triunfo oficial impactou negativamente entre os amplos setores "progressistas" que se sentem desmoralizados. Contra todos os tipos de impressionismo, deve-se ressaltar, em qualquer caso, que esse contraste parece operar em favor do governo com o resultado das eleições posto, mas também implica uma séria contradição: com que país permanecemos? Com o resultado do domingo ou com a semana de consternação e crise política que a precedeu?

A dois dias das eleições argentinas

Reproduzimos aqui o editorial de Socialismo o Barbárie, periódico de Nuevo MAS da Argentina, publicado em 28/09, em que José Luis Rojo, apresentando os eixos de ação para a campanha eleitoral das eleições do dia 22/10, faz uma análise do giro reacionário do governo local a partir de uma análise mundial e mais particularmente dos países do Cone Sul (incluso o Brasil) e as necessárias tomadas de posição da esquerda argentina para este período, que entendemos tem bastante a nos dizer.

A 50 anos do assassinato de Chê

A abnegação não é uma palavra menor na vida dos revolucionários e nisto Chê Guevara foi um exemplo. Seu impulso revolucionário o levou a deixar a comodidade dos escritórios do Banco Central de Cuba, do qual era o presidente, para internar-se nas montanhas novamente e lutar até a sua morte.

Guatemala em clima de polarização

Novamente, os guatemaltecos estão nas ruas exigindo a renúncia de um presidente. Dessa vez o governo de Jimmy Morales, intimamente ligado às lideranças militares e empresariais do país, e vem enfrentando mobilizações massivas contra a corrupção. Isso ocorre há apenas dois anos após a pressão popular forçar o então presidente Otto Pérez Molina a demitir-se depois de vir a público sua participação em um esquema milionário de fraude tributária.

Nossa solidariedade ao México

Desde a Corrente Internacional Socialismo ou Barbárie, estendemos a nossa solidariedade junto ao povo mexicano, que vivenciam momentos dramáticos após o terremoto que atingiu a parte da capital do país hoje.

Eleição na Argentitna: Um balanço extraordinário

A primeira coisa a enfatizar é que fizemos a campanha eleitoral mais importante da história do nosso partido.

Ridículo ataque do MRT à EFS e ao MAIS

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