USP: unidade para derrotar o neofascismo

No último domingo (07/10) acompanhamos o resultado da votação do primeiro turno, na qual coloca Bolsonaro e seu programa neofascista na liderança pela presidência com 46,03% dos votos válidos, seguido por Fernando Haddad com 29,28%. Este cenário político põe em xeque nossos direitos básicos - por mínimos que sejam - conquistados historicamente com muita luta. E mais do que isso, coloca a nossa recente democracia e os seus em perigo.

DCE da USP deve mobilizar

O DCE da USP que tomou posse no final de 2017, com a chapa Nossa Voz, construída pelo petismo, nada tem se demonstrado a à disposição da luta, nem pela atual situação universitária que vem sofrendo com as terceirizações, corte de bolsas, moradia sucateada, demissões em massa e um arrocho salarial criminoso e nem contra o projeto nacional da ofensiva reacionária que se potencializou com o impeachment de Dilma em 2016. 

Greve da USP exige unidade para vencer

A Universidade de São Paulo (USP) está em luta. Os professores e estudantes estão em greve desde o dia 29 e os funcionários entraram no dia 7. A mobilização começou desde que a reitoria anunciou a perversa proposta de apenas 1,5% de reposição salarial para funcionários e professores (setor que há dois anos está sem nenhuma reposição salarial), além da luta pelo acordo feito com funcionários na greve de 2016.

A 50 anos do Maio Francês

Conhecer a história de nossa classe é fundamental para poder pensar em perspectiva sobre a atual situação política em que intervimos, a história é fonte constante de lições e lições para nossa prática política concreta. O maio francês é um desses atos fundamentais dos quais devemos aprender; Foi uma série de levantes que durou todo o mês de maio e parte de junho de 1968, começou nas universidades e foi ganhando o apoio do resto da classe até que uma greve geral de mais de 15 dias foi realizada com a tomada de fábricas e confrontos na rua com barricadas.

Burocratismo é derrotado na Assembleia dos Estudantes da USP...

No dia 26 de abril, ocorreu a primeira assembleia geral dos estudantes da USP de 2018. Chamada tardiamente pelo DCE, a assembleia tinha o intuito de trazer pautas sobre permanência, bolsas e conjuntura nacional. Porém, a assembleia mudou de rumo quando os estudantes relataram o caráter antidemocrático que o DCE tem tido esse ano.

PTS (MRT na Argentina) usa métodos de gangue

No sábado 31 de março, o PTS tentou avançar novamente sobre o espaço histórico de militância que utilizamos há 10 anos com as Las Rojas e o Nuevo MAS na Faculdade de Psicologia da UBA (Universidad de Buenos Aires).

Venha construir o PSOL na USP

Venha construir um núcleo do partido dentro da USP que com a força da juventude, dos funcionários técnico-administrativos e dos docentes impulsione a luta unificada por condição de ensino, pesquisa, extensão e trabalho. Que se coloque também na frente do partido para enfrentar os próximos desafios da luta de classes e participe ativamente da construção da campanha de Boulos para presidente e Guajajara vice com um programa que aborde de forma radical os grandes temas nacionais e locais, um programa anticapitalista. Além de contribuir com a campanha eleitoral das companheiras e companheiros que entram na disputa eleitoral para Deputado estadual, federal e governo.

Barbárie policial no Largo da Batata

É fundamental persistir na luta, na ocupação politica, cultural e estética da cidade contra a patronal e seus cachorros fardados! Para isso, quero aqui ressaltar que é preciso lutar por bandeiras politicas que passem pela democratização radical de todos aspectos da vida e, dentre esses, pelo fim da polícia militar! É preciso que se debata isso no dia-a-dia, nas perifierias, nas escolas, na universidade e nos programas eleitorais dos partidos que são comprometidos com a transformação radical da sociedade, pois estamos falando da polícia que mais mata no mundo!

Ato em defesa da cultura é reprimido em São Bernardo

Na última quinta-feira, 08 de fevereiro, os participantes da Batalha da Matrix, evento de Rap e leitura que acontece toda terça-feira à noite na praça da Igreja Matriz de São Bernardo do Campo e que reúne centenas de jovens da cidade, fizeram uma manifestação em defesa do direito à cultura e contra a cobrança de tarifas para o uso de espaços públicos no município.

USP: Recepção de calourxs 2018

Apesar do constante ataque da reitoria nos últimos anos sobre os estudantes, professores e trabalhadores da USP, vale ressaltar nossa vitoriosa resistência e imposição de demandas (a mais recente com a implementação de cotas raciais na USP).

Notas políticas sobre um segundo turno dramáti...

A entrada em cena das novas gerações mudou a dinâmica política, impulsionou a conquista do fim da escala 6×1 e abriu a possibilidade de uma virada eleitoral, expondo, contraditoria...

A revolta da Geração Z, o novo fenômeno da sit...

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