Mais um jovem negro é brutalmente assassinado
Na última tarde de quinta-feira (14), soubemos através do noticiário de mais um assassinato de um jovem negro de 19 anos ocorrido dentro do hipermercado Extra (bairro da tijuca) no Estado do Rio de Janeiro.
Eleições DCE da USP e o movimento estudantil no governo Bols...
Entre terça-feira e quinta-feira da semana passada (6 a 8 de novembro), nós estudantes da Universidade de São Paulo passamos pelo processo eleitoral, como acontece todos os anos, para eleger uma das quatro chapas inscritas para a disputa do Diretório Central dos Estudantes.
USP: unidade para derrotar o neofascismo
No último domingo (07/10) acompanhamos o resultado da votação do primeiro turno, na qual coloca Bolsonaro e seu programa neofascista na liderança pela presidência com 46,03% dos votos válidos, seguido por Fernando Haddad com 29,28%. Este cenário político põe em xeque nossos direitos básicos - por mínimos que sejam - conquistados historicamente com muita luta. E mais do que isso, coloca a nossa recente democracia e os seus em perigo.
DCE da USP deve mobilizar
O DCE da USP que tomou posse no final de 2017, com a chapa Nossa Voz, construída pelo petismo, nada tem se demonstrado a à disposição da luta, nem pela atual situação universitária que vem sofrendo com as terceirizações, corte de bolsas, moradia sucateada, demissões em massa e um arrocho salarial criminoso e nem contra o projeto nacional da ofensiva reacionária que se potencializou com o impeachment de Dilma em 2016.
Greve da USP exige unidade para vencer
A Universidade de São Paulo (USP) está em luta. Os professores e estudantes estão em greve desde o dia 29 e os funcionários entraram no dia 7. A mobilização começou desde que a reitoria anunciou a perversa proposta de apenas 1,5% de reposição salarial para funcionários e professores (setor que há dois anos está sem nenhuma reposição salarial), além da luta pelo acordo feito com funcionários na greve de 2016.
A 50 anos do Maio Francês
Conhecer a história de nossa classe é fundamental para poder pensar em perspectiva sobre a atual situação política em que intervimos, a história é fonte constante de lições e lições para nossa prática política concreta. O maio francês é um desses atos fundamentais dos quais devemos aprender; Foi uma série de levantes que durou todo o mês de maio e parte de junho de 1968, começou nas universidades e foi ganhando o apoio do resto da classe até que uma greve geral de mais de 15 dias foi realizada com a tomada de fábricas e confrontos na rua com barricadas.
Burocratismo é derrotado na Assembleia dos Estudantes da USP...
No dia 26 de abril, ocorreu a primeira assembleia geral dos estudantes da USP de 2018. Chamada tardiamente pelo DCE, a assembleia tinha o intuito de trazer pautas sobre permanência, bolsas e conjuntura nacional. Porém, a assembleia mudou de rumo quando os estudantes relataram o caráter antidemocrático que o DCE tem tido esse ano.
PTS (MRT na Argentina) usa métodos de gangue
No sábado 31 de março, o PTS tentou avançar novamente sobre o espaço histórico de militância que utilizamos há 10 anos com as Las Rojas e o Nuevo MAS na Faculdade de Psicologia da UBA (Universidad de Buenos Aires).
Venha construir o PSOL na USP
Venha construir um núcleo do partido dentro da USP que com a força da juventude, dos funcionários técnico-administrativos e dos docentes impulsione a luta unificada por condição de ensino, pesquisa, extensão e trabalho. Que se coloque também na frente do partido para enfrentar os próximos desafios da luta de classes e participe ativamente da construção da campanha de Boulos para presidente e Guajajara vice com um programa que aborde de forma radical os grandes temas nacionais e locais, um programa anticapitalista. Além de contribuir com a campanha eleitoral das companheiras e companheiros que entram na disputa eleitoral para Deputado estadual, federal e governo.
Barbárie policial no Largo da Batata
É fundamental persistir na luta, na ocupação politica, cultural e estética da cidade contra a patronal e seus cachorros fardados! Para isso, quero aqui ressaltar que é preciso lutar por bandeiras politicas que passem pela democratização radical de todos aspectos da vida e, dentre esses, pelo fim da polícia militar! É preciso que se debata isso no dia-a-dia, nas perifierias, nas escolas, na universidade e nos programas eleitorais dos partidos que são comprometidos com a transformação radical da sociedade, pois estamos falando da polícia que mais mata no mundo!