Bolsonaro tem impopularidade recorde

Depois de 100 dias, é comum que governos passem por uma queda de popularidade, mas Bolsonaro bateu de forma significativa o recorde de queda de popularidade considerando os presidentes eleitos após o processo de redemocratização.

Cresce possibilidade de impor derrota a Bolsonaro

Depois da crise aberta entre Governo e Congresso Nacional, que durou semanas e colocou sob risco a proposta de “reforma” da previdência, ensaia-se uma recomposição entre os poderes para garantir a tramitação da mesma. O governo vem perdendo o debate político em torno dessa questão e não há garantias de que possa formar a base necessária para sua aprovação com maioria qualificada (2/3).

USP: Assembleia Geral dos Estudantes para massificar a luta ...

Desde que assumiu o Diretório Central dos Estudantes em 2017, a chapa dirigida pelo lulopetismo parece empenhar-se numa desarticulação do movimento estudantil pelas bases, apostando de maneira errada na esfera institucional. Assim como no ano passado, em que a direção da entidade se reuniu com a pró-reitoria algumas vezes sem consultar os estudantes pela dinâmica de assembleias, este ano não parece ser diferente.

Um Dia Nacional de Lutas vitorioso

O Dia Nacional de Lutas Contra a Reforma da Previdência, 22/03, organizado pelas centrais sindicais reuniu em paralisações, atos, passeatas e diversas formas de protestos milhares de pessoas em todo o país contra a PEC 6/2016 enviada pelo governo ao Congresso Nacional no dia 20 de março.

22M: Dia Nacional de Luta

A “reforma” da Previdência de Bolsonaro quer acabar com a tradição de solidariedade e cuidado mútuo entre as gerações da classe trabalhadora que teve origem nas primeiras grandes lutas operárias durante o século XIX. Essa contrarreforma se configura como um dos maiores ataques à classe trabalhadora e aos oprimidos da nossa histórica, pois ataca as condições mínimas de existência dos mais pobres, retira direitos e aprofunda as desigualdades entre homens e mulheres O governo de extrema direita de Bolsonaro quer com essa “reforma” dar um passo fundamental para quebrar a coluna vertebral dos de baixo. Para tal quer sufocar qualquer resistência, estabelecer uma derrota estrutural. Porém, entre a vontade da classe dominante e a realização dos seus projetos existe um hiato que é ocupado pela luta de classes. As contradições internas do governo, seu envolvimento com caixa dois nas eleições, sua política de armamento e extermínio, os ataques ao conjunto dos oprimidos, as divisões internas que começam a surgir entre setores da classe dominante e sua relação oprimidos com a milícia estampada com a prisão dos assassinos de Marielle Franco tem fragilizado esse governo e colocado condições melhores para derrotar essa contrarreforma.

Justiça por Marielle Franco!

No dia de hoje, 14 de março, completa-se um ano do brutal assassinato da vereadora do PSOL do Rio de Janeiro, Marielle Franco, defensora dos direitos humanos, negra, feminista, lésbica e originária das favelas do Rio de Janeiro, e de seu motorista Anderson Gomes. Marielle foi a quinta vereadora mais votada do Rio nas eleições de 2016 e constantemente levava a voz do povo negro e das mulheres à câmara municipal, denunciando a violência policial nas periferias cariocas.

Após um ano assassinos de Marielle Franco são presos

Ontem completou um ano do assassinato de Marielle Franco (Vereadora no município do Rio de Janeiro) e Anderson Gomes (motorista que conduzia Marielle e uma assessora que sobreviveu ao atentado). Esse crime político, apesar da prisão e provas da execução por dois milicianos, não foi solucionado porque todas as evidências indicam uma execução política feita sob encomenda que tinha o objetivo de aterrorizar a esquerda e criar um clima favorável para a onda reacionária que acabou elegendo Bolsonaro para presidência.

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Carnaval nas ruas e passarelas foi de repúdio a Bolsonaro

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